sexta-feira, 31 de março de 2017

As Piores Novelas de Todos os Tempos - Anastácia, a Mulher sem Destino



Em homenagem ao último capítulo de A Lei do Amor, resolvemos começar uma série mostrando novelas igualmente ruins para que a novela de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari se sinta acolhida e protegida. O A.N.A. apresenta... As Piores Novelas de Todos os Tempos!

E para começar, escolhemos aquela que era hors-concours no quesito ruindade e é lembrada até hoje por conta disso:



Enredo

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"França, século XVIII. Aperta o cerco aos republicanos espalhados por todo o país. Em Paris, Henri Monfort (Henrique Martins) é um dos que lutam contra a monarquia vigente na época. Casado com Anastácia (Leila Diniz), ele planeja a fuga de sua família para o Castelo de Monfort, propriedade que acabara de herdar. Mas, na hora da partida, é preso, fazendo com que Anastácia e a filha recém-nascida do casal, Henriette, sigam sozinhas.
Vítimas de uma emboscada, as duas são separadas: Anastácia acaba prisioneira em um navio corsário; e Henriette passa a ser criada pelos camponeses Pierre (Ênio Santos) e Gaby (Míriam Pires), que desconhecem sua origem. A falta de notícias da filha faz com que Anastácia, aos poucos, enlouqueça.
Paralelamente, se desenrola a trama de Blanche (Aracy Cardoso), filha do Marquês de Serval. Com a morte de Bernard (Hugo Santana), seu grande amor, ela acaba se rendendo ao pedido do pai e casa-se com o comandante Fábio Orsini (Edson França), sem saber que está grávida. O filho de Blanche nasce quando seu marido está em uma expedição em alto mar. Antes de ser entregue a mãe, no entanto, o bebê é raptado pelo marquês e entregue aos camponeses Gaby e Pierre, os mesmos que cuidam de Henriette. Blanche acredita que a criança nascera morta.
Quando retorna de sua longa viagem, Fábio descobre que a mulher tivera um filho durante sua ausência e que, ao contrário do que todos acreditam, ele está vivo. Ao ficar sabendo da verdade, Blanche passa a dedicar sua vida à busca pela criança, indo quase à loucura".

A história é baseada no folhetim francês A Toutinegra do Moinho, de Émile de Richebourg. Isso era comum nos primórdios da televisão brasileira, já foram veiculadas por aqui diversas versões novelísticas de clássicos da literatura, como Os Miseráveis, O Morro dos Ventos Uivantes, A Moreninha, Gabriela, A Sombra de Rebecca e Sangue e Areia, respectivamente a antecessora e a sucessora de Anastácia. Mas a página da novela no site Wikipédia conta uma versão totalmente equivocada da trama, dizendo que Anastácia é, na verdade, filha do czar Nicolau II. Esta história não tem nada a ver com a novela de 1969, e sim com o filme de 1997.

Pra você ver a moral baixa que essa novela tem, até o site Memória Globo tira onda com a trama:

"Janete Clair estreou em novelas na TV Globo promovendo um terremoto que matava mais de 100 personagens de uma vez". 
"Apesar de baseada no folhetim francês 'A Toutinegra do Moinho', de Émile de Richebourg, a trama guarda poucas semelhanças com o original". 

Sim, a novela é muito mais famosa e lembrada até hoje por causa do fatídico terremoto que matou praticamente todo mundo da novela do que pela história em si! Saiba o porquê dessa decisão tão drástica.

Anastácia vinha mal de audiência. O autor não estava dando conta de tantos personagens criados e de escrever tantas tramas para eles. Para tentar dar jeito na coisa, Glória Magadan, a supervisora da trama e a autora mais badalada e bam-bam-bam da época, chama Janete Clair, que até então não era ninguém na fila do Bolsa Família. Veja o que Glória teria dito à sua discípula:



Janete leu, releu, treleu e provavelmente não entendeu nada daquilo. Então, tomou uma atitude corajosa e ousada, não só para a época, como ainda hoje: matar todo mundo. Como? Com um terremoto!

Imagina a cena: um telespectador incauto de 1967 liga a sua TV em preto-e-branco para assistir Anastácia e se depara com praticamente todos os personagens da novela mortinhos da silva!

Só que nem tudo era perfeito, Janete acabou matando junto o único personagem que sabia do segredo da trama. Ela também bolou uma passagem de tempo de 20 anos e passou a focar nos destinos da filha de Anastácia, Henriette, e de Blanche, Roger, que viraram os protagonistas da trama. A novela ganhou ares de melodrama, com um toque de ação e rivalidade entre os irmãos Roger e Jean-Paul, que brigavam pelo amor de Henriette, a.k.a. Rose, e da mãe Blanche.

Desfecho

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Henriette/Rose (Leila Diniz) e Roger (José Augusto Branco)
"No intuito de agradar Blanche, que sempre o tratou com desprezo, Fábio (Edson França) diz à mulher que finalmente encontrou seu filho, Jean-Paul (Cláudio Calvacanti). Na verdade, trata-se de um impostor. O menino tem um comportamento agressivo, mas Blanche está disposta a conquistar seu amor.
Já mais velhos e cansados, Gaby (Mirian Pires) e Pierre (Ênio Santos) encontram dificuldade para continuarem com as crianças. Henriette é adotada pelos duques de Forestier, assume a identidade de Rose, a filha morta do casal, e cresce sem nunca desconfiar de sua origem. Somente no final da trama, reencontra-se com Henri (Henrique Martins) e Anastácia. Roger, por sua vez, é deixado na porta da casa da família Orsini. Fábio o recebe e, ao descobrir que aquele é o legítimo filho de Blanche, decide esconder a verdade de sua esposa, dizendo tratar-se do neto de um antigo cocheiro. Resistente à idéia no início, Blanche acaba concordando em criá-lo, sempre deixando claro que existe uma diferença entre Roger e Jean-Paul.
Os dois crescem juntos. Roger (José Augusto Branco), preterido pela mãe, torna-se um grande cravista. E o interesse pela música acaba o aproximando de Rose/Henriette (Leila Diniz). Apesar da identificação quase imediata, eles não se recordam que foram criados juntos por Gaby e Pierre. Os dois se apaixonam e passam a viver um romance cheio de obstáculos, a começar pelos duques de Forestier, que não aprovam o envolvimento da filha com Roger. Jean-Paul (Claudio Cavalcanti), por sua vez, é cercado pelo amor e pelo carinho de Blanche. Mas, ao contrário do irmão, transforma-se num homem de caráter duvidoso. Ele também se encanta com Rose, formando assim um triângulo amoroso. A rivalidade entre Jean-Paul e Roger é o fio condutor da história nessa segunda fase da trama.
O conflito entre os dois jovens é acirrado quando Jean-Paul comete um assassinato, e Roger, atendendo ao pedido de Blanche, assume a culpa no lugar do irmão. Com isso, Rose acaba casando-se com Jean-Paul.
No final, o comandante Orsini revela à mulher que Roger é seu filho legítimo, deixando Blanche transtornada por tê-lo rejeitado durante anos. Jean-Paul confessa ser ele o assassino e, não resistindo ao cerco formado para capturá-lo, acaba se matando. Logo em seguida, Fábio descobre que o rapaz era seu filho, fruto de um relacionamento que tivera antes de casar-se com Blanche. A revelação deixa o comandante atormentado pela culpa de ter provocado a desgraça de seu próprio filho. Diante do sofrimento do marido, Blanche o perdoa por todo o mal que provocara com suas mentiras.
Roger, por sua vez, perdoa a mãe, pois entende que ela fora tão vítima da crueldade de Fábio quanto ele. Roger se transforma no maestro Orsini, conquistando toda a corte com sua música, e casa-se com Rose".

No fim, Anastácia não foi lá um grande sucesso de audiência, mas garantiu à Janete Clair um longo contrato com a Globo. Não sabemos como era medida a audiência naquele tempo, talvez o pessoal do Ibope saísse às ruas perguntando quem estava assistindo o quê na televisão ou fosse de casa em casa vendo o que as pessoas estavam assistindo na TV.

Curiosidades

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Dos atores principais, apenas José Augusto Branco (Roger), Henrique Martins (Henri de Montfort) e Aracy Cardoso (Blanche) estão vivos. Leila Diniz (Anastácia/Henriette/Rose) faleceu num desastre aéreo em 1972, aos 27 anos, no auge da fama, e Cláudio Cavalcanti (Jean-Paul) morreu em 2013, aos 73 anos, de falência múltipla dos órgãos.

Resultado de imagem para anastácia a mulher sem destinoFalando em Leila, ela era uma das atrizes mais famosas, badaladas e polêmicas naquele tempo. Falava palavrão, não ligava nem um pouco pras convenções sociais, chocou a família tradicional brasileira ao exibir a sua gravidez de biquíni na praia (hoje é normal, mas na década de 1960 era praticamente um atentado ao pudor) e disse frases como essas:

"Transo de manhã, de tarde e de noite"."Você pode muito bem amar uma pessoa e ir para cama com outra. Já aconteceu comigo".

Tamanha polêmica fez com que a Globo não renovasse o contrato com a atriz, alegando razões morais.

Anastácia foi a primeira e única novela do autor, Emiliano Queiroz. Ele preferiu seguir atuando e o fez muito bem, esteve em novelas como Irmãos Coragem e O Bem-Amado, vivendo personagens marcantes como Juca Cipó e Dirceu Borboleta, e mais recentemente, participou de Haja Coração.

Emiliano e o diretor geral Henrique Martins também atuavam na novela: Emiliano interpretou Pepe Le Coq e Henrique era Henri de Montfort, par romântico de Anastácia e pai de Henriette/Rose.

O diretor Régis Cardoso também se deu bem após Anastácia, dirigiu novelas como O Bem-Amado, a primeira versão de Anjo Mau e Locomotivas, além de ter sido casado com Suzana Vieira entre 1961 e 1972, com quem teve o filho Rodrigo. Ele faleceu em 2005, aos 70 anos, vítima de um AVC.

Depois dessa novela, Janete Clair foi se tornando uma novelista cada vez mais famosa e badalada, enquanto Glória Magadan começou a entrar em um estágio de decadência. Claro que isso gerou atritos entre as duas, Glória ficou fula da vida com isso. Ela acusou o diretor Daniel Filho de prestar maior atenção às produções de Janete, fazendo com que ele pedisse demissão da emissora, e atazanou a vida da rival, proibindo que Janete se comunicasse diretamente com o elenco. Glória acabou demitida em 1969 e tentou retomar o sucesso na Tupi, mas fracassou e se mandou para Miami, onde morreu em 2001. Já Janete continuou fazendo sucesso até sua morte, em 1983.

A propósito, neste ano, Anastácia, a Mulher Sem Destino completará 50 anos! Obviamente, só mesmo os noveleiros de carteirinha é que vão se lembrar da data. Nós já começamos as comemorações!

quinta-feira, 16 de março de 2017

O que A Lei do Amor e O Amor é Nosso têm em comum?



As duas novelas fracassaram na audiência e foram achincalhadas pela crítica. Só pelo título já dá pra saber que A Lei do Amor e O Amor é Nosso têm muito em comum. Além disso, veja outras características que as duas novelas compartilham:

Dois autores "estreantes"A Lei do Amor é escrita por Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, a primeira novela da dupla no horário nobre como autores principais. Maria Adelaide já tinha escrito Meu Bem Meu Mal em parceria com Cassiano Gabus Mendes. Vincent é estreante como autor titular nas novelas das 9, mas já foi colaborador de A Favorita, com João Emanuel Carneiro. O Amor é Nosso era de autoria de Roberto Freire e Wilson Aguiar Filho. Roberto, um psiquiatra, nunca tinha escrito novelas, e Wilson estava estreando no horário das 7. Dizem que duas cabeças pensam melhor que uma, mas nesses dois casos não deu muito certo.

Imagem relacionadaUm protagonista chamado Pedro que briga com o pai e sai de casa: Uma curiosidade envolvendo as duas novelas é a repetição do nome Pedro para o protagonista. Os dois tinham objetivos distintos: o de Fábio Jr. queria ser cantor e o de Reynaldo Gianecchini quer desmascarar as maldades de sua madrasta Magnólia (Vera Holtz), mas fizeram escolhas em comum: saíram de casa após brigarem com os pais e foram morar em um lugar com muita gente.
Resultado de imagem para o amor é nosso pedroO Pedro de O Amor é Nosso se mudou para uma república e o Pedro de A Lei do Amor foi morar na pensão da dona Zuza (Ana Rosa) depois de passar anos viajando pelo mundo. Além deste, ambas as novelas tinham personagens chamados Bruno (Buza Ferraz/Armando Babaioff), Leonardo (Stênio Garcia/Eriberto Leão), Laura (Isabel Ribeiro/Heloísa Jorge), Suzana (Liza Vieira/Regina Duarte) e Celso (Nelson Dantas/Marcelo Várzea).

Muitos jovens no elenco: O Amor é Nosso era pra ser uma novela voltada para os jovens, seu comportamento e sua maneira de amar. Já A Lei do Amor teve jovens na primeira e na segunda fase: os protagonistas e outros personagens apareceram com cerca de vinte anos nos primeiros capítulos e agora vemos seus filhos, sobrinhos, afilhados, amigos e chegados.

Personagens inúteis: As duas novelas contam com vários personagens que não servem pra nada, sendo verdadeiros figurantes de luxo. Muitos deles do núcleo jovem da novela.

Imagem relacionadaUm padre: Em O Amor é Nosso, o padre Leonardo (Stênio Garcia) era um tipo que queria revolucionar a Igreja Católica. Já o padre Paulo (César Mello) de A Lei do Amor não tem essa preocupação. Acreditava na generosidade de Mág e até colaborava em seus projetos sociais.

Autor experiente que entra no meio da novela para tentar dar jeito na coisa: Com o fracasso das novelas, autores foram designados para reescrever o texto. O Amor é Nosso contou com o auxílio de Walther Negrão, o autor de Sol Nascente, que se livrou de alguns personagens e tramas através de uma passagem de tempo e deu mais enfoque ao romance. A Lei do Amor conta com a inglória ajuda de Ricardo Linhares, um dos autores de Babilônia, que segundo seus críticos, teria desfigurado a novela com suas interferências, mudando drasticamente o caráter dos personagens, criando situações esdrúxulas e sem sentido.

Resultado de imagem para a lei do amor zelito e wesleyTramas eliminadasO Amor é Nosso tinha uma trama policial envolvendo o sumiço da personagem Cíntia (Simone Carvalho). O pai e a tia da moça acusavam o padre Leonardo, já que ele e a jovem eram próximos. Mas com as mudanças no roteiro, essa trama foi eliminada. Já A Lei do Amor tinha um viés político muito forte, com vários personagens bons ou maus envolvidos em uma disputa eleitoral pela prefeitura de São Dimas, mas isso foi deixado de lado. Assim como o relacionamento entre o frentista Wesley (Gil Coelho) e Zelito (Danilo Ferreira), que foi descartado antes mesmo de começar com a morte inesperada do rapaz negro.

Personagens sumidos: Claro que com as mudanças de rumo das duas novelas, muitos personagens desapareceram. Para O Amor é Nosso, foi cogitado repetir o terremoto de Anastácia, a mulher sem destino, e também um ônibus da morte para sumir com os personagens mais inúteis da trama, mas tudo isso foi descartado por Negrão, que preferiu simplesmente encerrar as tramas desses personagens. Já A Lei do Amor tentou uma espécie de rodízio, tirando alguns personagens por uns tempos e colocando os vilões para assassinar outros, como o jornalista Élio (João Campos), a mais recente baixa.

Número de capítulosO Amor é Nosso estreou em 27 de abril de 1981 e terminou em 23 de outubro do mesmo ano, durando quase seis meses e com 155 capítulos. A Lei do Amor estreou em 3 de outubro de 2016 e está prevista para terminar em 31 de março de 2017, durando os mesmos quase seis meses e com os mesmos 155 capítulos.

Resultado de imagem para sílvio de abreuSílvio de Abreu: O atual diretor do Departamento de Dramaturgia da Globo foi quem aprovou a A Lei do Amor, que está ocupando o espaço que seria de uma novela do Sílvio, alterou sua ordem de exibição (a atual novela viria após A Regra do Jogo) e está supervisionando as mudanças no enredo. Ele foi o autor da sucessora de O Amor é Nosso. Jogo da Vida, que fez muito sucesso, e também da antecessora, Plumas e Paetês, substituindo Cassiano Gabus Mendes, que sofreu um enfarto e teve que se ausentar da trama. O curioso é que Plumas não estava indo bem de audiência até Sílvio mexer na trama, mudando os destinos de alguns personagens como a protagonista Marcela, outrora uma moça simples do interior que era obrigada a assumir a identidade de Júlia após um acidente de carro no qual só ela sobreviveu, e que se tornou uma mulher dissimulada, oportunista e trapaceira que tentava manter sua mentira a todo custo. Os protagonistas de A Lei do Amor também experimentaram uma mudança de caráter, com destaque para Pedro, que abominava a traição do pai na primeira fase e recentemente traiu Helô com Laura.

E ainda: Ninguém de O Amor é Nosso está ou esteve em A Lei do Amor. Só a trilha sonora das duas tramas que têm um cantor em comum: Milton Nascimento, que teve a canção Sentinela no CD de O Amor é Nosso e a música Maior, em parceria com Dani Black no volume 2 do CD de A Lei do Amor.

Para encerrar esse post, deixo uma crítica que Artur da Távola fez no jornal O Globo de 25 de outubro de 1981, após o término de O Amor é Nosso que cabe perfeitamente em A Lei do Amor:

"Muito difícil fazer um balanço crítico de O Amor É Nosso. Diante de tantas alterações, impossível analisar a obra. Não há obra. A novela acabou descosida, diferente, desossada, embora de certa forma divertida. Mas morrerá sem deixar saudades (...) A novela ficará como essas pessoas que morrem jovens: partem cheias de promessas e esperanças do que poderiam ter sido, se tivessem vindo a ser".
 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Raiz vs. Nutella versão Novelas



Está na moda dividir pessoas e coisas em "raiz" e "nutella". O raiz é mais tradicional, antigo, enquanto o nutella é mais moderno e contemporâneo. Claro que as novelas (e os noveleiros) não iam ficar de fora.



E não fica só nisso! Os galãs de novelas não foram poupados do meme


Até o Marcos Pasquim entrou na brincadeira


E aí, de que lado você está?

10 novelas que poderiam substituir Pai Herói no Viva



Hoje foi divulgado que Por Amor será a substituta de Pai Herói no Viva a partir de maio. A notícia desagradou os fãs do canal, já que a saga da Helena (Regina Duarte) já tinha sido reprisada entre 19 de maio de 2010 e 8 de fevereiro de 2011. Ok, estamos em 2017 e já tem um tempinho, mas uma re-reprise está gerando revolta na internet.

O pior é que a novela anteriormente anunciada era Pátria Minha, e apesar de nunca ter sido reprisada (nem no Vale a Pena Ver de Novo), a novela encontrou forte rejeição, por ser considerada uma das piores do Gilberto Braga (claro que a pior é Babilônia). O canal costumava escolher reprises inéditas (até agora) e a justificativa, segundo Cristina Padiglione, é que o alcance do Viva hoje é mais do que o dobro de 2010, afinal o canal pago estava ainda no começo e não estava em pacotes mais baratos, como agora. Mas mesmo assim, achamos que o Viva deveria seguir em sua tradição de evitar re-reprises e reviver outros clássicos nunca antes reprisados pelo canal.

Por isso, o ANA separou 10 novelas incríveis que poderiam perfeitamente reprisar no Viva no lugar de Pai Herói.




Tá certo que é dos anos 2000, mas a novela já tem quase 15 anos (!!!) Se é pra escolher uma do Manoel Carlos que nunca passou no canal, que seja essa, que tinha Christiane Torloni de Helena, a Bruna Marquezine de Salete (será que ela era tão boa assim naquele tempo?), o Marcos (Dan Stulbach), que dava raquetadas na ex Raquel (Helena Ranaldi), Alinne Moraes de lésbica (foi ela que deu o primeiro beijo gay em novelas globais, junto com Paula Picarelli), a Dóris (Regiane Alves), que maltratava os avós e muitos outros personagens maravilhosos! Na nossa opinião, foi a última novela do Maneco que prestou, afinal as seguintes, Páginas da Vida, Viver a Vida e Em Família foram modorrentas e horríveis (também, dirigidas pelo Jayme Monjardim, os dois juntos só podiam dar nisso).

9 - Fera Radical (1988)


A mesma Cristina Padiglione disse em seu site que Fera Radical está na linha sucessória das novelas do Viva. As suas reprises bem-sucedidas no quadro Novelão da Semana do Video Show provam que a trama de Walther Negrão não envelheceu com o tempo. Quem via a Nina (Débora Falabella) de Avenida Brasil andando de moto pode não sacar a clara referência à Cláudia, protagonista vivida por Malu Mader, que também gostava de passear em motocicletas e planejava uma vingança contra os assassinos de sua família. Seria uma boa chance de matarmos a saudade de Thales Pan Chacon, Elias Gleizer, Paulo Goulart, Yara Amaral e tantos outros. Então, por que não colocá-la no lugar de Pai Herói?

8 - Guerra dos Sexos (1983)


Quem viu o fraco remake de 2012 pode ter ficado com uma péssima impressão desse clássico de Sílvio de Abreu. Mas seria uma injustiça com esse novelão que foi escrito no momento certo e do jeito certo, inovador e irreverente do começo ao fim (diferentemente do remake, que foi escrito no momento errado, do jeito errado, desatualizado e forçado). A versão original tinha muito mais carisma e improviso, além de contar com os grandes Fernanda Montenegro e Paulo Autran de protagonistas, além dos sempre ótimos Tarcísio Meira e Glória Menezes.

7 - Escrava Isaura (1976)


Até pouco tempo era a novela mais vendida da história da TV Globo. Fez com que Lucélia Santos, então uma menina de 18 anos, virasse uma estrela internacional. O Leôncio de Rubens de Falco está entre os maiores vilões das novelas. Mas as gerações atuais só conhecem o remake recordiano de 2004, que está sendo reprisado no horário das 7. É uma boa pedida!



Esta novela de Ivani Ribeiro foi uma das mais vistas da história da Globo no horário das 6. O protagonista, Ary Fontoura, disse certa vez que ainda era chamado de Seu Nonô nas ruas! Claro que as gerações atuais não sabem disso, e elas, assim como nós, adoraríamos saber o porquê de tanto sucesso. Além dele, também temos Fernando Torres, o marido falecido de Fernanda Montenegro, como o enigmático (feiticeiro?) Tio Romão, Yoná Magalhães como a pseudo-gringa Grace e também Carlos Eduardo Dolabella, Berta Loran, Caíque Ferreira, Cláudia Ohana e muitos outros.

5 - Pecado Capital (1975)


Recentemente, foi divulgado que o Viva estaria planejando uma reprise da versão de 1998. Essa ideia não foi pra frente, mas a novela de Janete Clair, que foi feita meio que de improviso após o cancelamento da primeira versão de Roque Santeiro, merece ser vista por todos. O dilema de Carlão (Francisco Cuoco), taxista que não sabia se devolvia uma bolada encontrada em seu táxi ou se ficava com o dinheiro, permanece atual, ainda mais nesses tempos de crise. Esta novela foi um divisor de águas na carreira de Janete, que tentou seguir o estilo mais realista do marido Dias Gomes (o autor de Roque Santeiro), em contraste com suas novelas anteriores, que tinham o clichê da mocinha romântica sofredora e do galã romântico, gênero que vinha sendo bastante criticado na época. Para esta tarefa, ela contou com a ajuda de Daniel Filho, o diretor da novela. O elenco também conta com Betty Faria, Lima Duarte, Rosamaria Murtinho, Débora Duarte e muitos outros atores, sendo que alguns eram da versão censurada de Roque Santeiro.
SPOILER: A cena da morte do Carlão entrou para a história da teledramaturgia. 



Simplesmente a obra-prima de Lauro César Muniz, até hoje o Sassá Mutema de Lima Duarte é lembrado, assim como sua paixão inocente pela professora Clotilde, interpretada por Maitê Proença, então uma das mulheres mais belas do país. Era uma trama eletrizante e cheia de polêmicas, com personagens controversos e dúbios, como o deputado Severo (Francisco Cuoco) e o jornalista socialista Juca Pirama (Luís Gustavo). O elenco ainda conta com Betty Faria, José Wilker, Lúcia Veríssimo, Susana Vieira e muito mais.

3 - Brega & Chique (1987)



A dobradinha de Glória Menezes e Marília Pêra, que dividiam o protagonismo dessa novela das 7, interpretando respectivamente a brega Rosemere e a chique Rafaela, dividiam um mesmo marido sem saber e trocam de vida drasticamente, é um dos melhores trabalhos de Cassiano Gabus Mendes. Claro que não poderíamos deixar de falar do Marco Nanini, que foi o Montenegro, secretário apaixonado por Rafaela (ele e Marília Pêra juntos não poderia dar em outra coisa senão sucesso), o marceneiro Baltazar (Dennis Carvalho), que amava Rosemere e tinha cenas hilárias com o inocente e analfabeto Bruno (Cássio Gabus Mendes) e também Raul Cortez, Jorge Dória (essa novela nos fez acreditar que os dois eram parecidos), Cássia Kiss, Nívea Maria e muitos outros.

2 - Corrida do Ouro (1974)


A primeira novela do Gilberto Braga pela Globo, só quem assistiu na época (ou noveleiros de carteirinha) é que se conhecem essa trama divertida e engraçada do horário das 7. Talvez seu maior pecado seja o preto-e-branco, afinal o Viva nunca reexibiu uma novela assim, mas não se deve julgar uma novela pelo seu tipo de imagem. Protagonizada por Sandra Brea (Isadora), Aracy Balabanian (Tereza), Célia Biar (Gilda), Renata Sorrah (Patrícia) e Maria Luíza Castelli (Ilka), que receberam um testamento que só lhes dariam o direito a ter uma herança milionária se elas cumprissem exigências incomuns. Além delas, temos também Zilka Salaberry como Kiki Vassourada, José Augusto Branco, Walmor Chagas, Yoná Magalhães e muitos outros nomes.

1 - Selva de Pedra (1972 ou 1986)



Deixamos por último este que é um verdadeiro clássico do horário nobre, uma das poucas novelas a alcançar 100% de audiência, em 1972. Quem viu sua reexibição no quadro Novelão da Semana do Video Show aprendeu a respeitar uma das melhores novelas que a Globo já fez. Para se ter uma ideia, o único remake exibido no horário das 8 foi justamente o de Selva de Pedra, em 1986, e a novela não fez feio na audiência. A versão original era protagonizada por Regina Duarte e Francisco Cuoco, como os tipos dúbios Simone e Cristiano, e os vilões são um show à parte: Dina Sfat e Carlos Vereza brilharam como Fernanda e Miro. O remake traz Fernanda Torres como a protagonista Simone, seria uma boa chance de vê-la em um papel diferente dos que ela costuma fazer nos últimos tempos, por isso achamos que qualquer uma das versões merece reprise. Além dela, também tinha Tony Ramos como Cristiano, Christiane Torloni era Fernanda e Miguel Falabella de Miro.

Claro que tivemos que deixar muitos clássicos de fora, afinal eram só dez novelas. Tem alguma sugestão? Não se esqueça de falar nos comentários!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Conheça Novo Mundo, a próxima novela das 6



Enquanto Sol Nascente vai tentando recuperar o público perdido das 18 horas, a Globo já vai preparando sua sucessora: Novo Mundo, dos estreantes Thereza Falcão e Alessandro Marson, que estreia em março, será dirigida por Vinícius Coimbra e terá Isabelle Drummond e Chay Suede de protagonistas.

Será uma novela de época, definida como uma "aventura romântica ambientada no Brasil do início do século XIX, entre 1817 e 1822". A novela já tem um SITE OFICIAL e sua sinopse e elenco já foram divulgados:

Sinopse


Um amor improvável. Dois universos distintos. Um só Novo Mundo. Ela, uma professora de português de origem europeia acaba se apaixonando por ele, um ator de origem brasileira. Os dois atravessam o Atlântico: ela tem a companhia da arquiduquesa austríaca enquanto ele viaja disfarçado de marujo sem qualquer vínculo com a realeza. Anna Millman (Isabelle Drummond) e Joaquim Martinho (Chay Suede) nem estariam na mesma embarcação se o destino não quisesse. Mas é neste palco em alto-mar que a aventura romântica ganha fôlego em 1817, no início do século XIX. Integrante da comitiva que traz Leopoldina (Letícia Colin) para o Brasil ao encontro de seu esposo, o mulherengo e incorrigível Dom Pedro (Caio Castro), Anna é tomada pelo amor de sua vida a caminho deste novo rumo. Naquela época, a travessia em um navio duraria meses, e estes seriam o suficiente para uni-la a Joaquim para sempre – pelo menos em seu coração. Já no Brasil, à espera da mulher que será imperatriz ao seu lado após se casar por procuração, Dom Pedro segue em meio a muitas mulheres e casos proibidos. Frustradas foram as tentativas de sua mãe, Carlota (Giulia Gam), e seu pai, Dom João (Leo Jaime), para colocarem-lhe um cabresto. Consigo, o futuro príncipe regente do Brasil carrega um fiel confidente: Chalaça (Romulo Estrela). Thomas Johnson (Gabriel Braga Nunes) é um nome que não será facilmente esquecido. O oficial inglês virá na mesma nau que Leopoldina, Anna e Joaquim. E ele vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para separar o casal apaixonado. Mas suas atitudes não se resumem ao campo romântico desta história, já que será um dos grandes inimigos de Dom Pedro – mesmo que esta batalha não seja travada publicamente. Com uma família muito especial, Anna conviveu desde sua infância com seu irmão – que não é de sangue, mas isso não importa. Apesar de todas as influências europeias, ela teve consigo um grande brasileiro ao lado. Este é Piatã (Rodrigo Simas), um índio criado como branco pelo pai da mocinha, como seu próprio filho. Ele também vem para o Brasil nesta mesma viagem e espera encontrar, aqui, suas verdadeiras origens. Na vida de Joaquim, tudo vai parecer muito simples, afinal, quando ele deixa a Europa, se vê livre para começar uma nova vida. Ainda mais ao se apaixonar por Anna. Mas o fato de ter se casado com Elvira (Ingrid Guimarães) no passado pode complicar seu futuro. O pior é que o casamento foi uma armação desta mulher, sua companheira de trabalho com uma carreira decadente. Novo Mundo vai retratar a construção deste país que acabou formando o Brasil de hoje. Ali, o público poderá ver como foi construído o famoso jeitinho brasileiro, no que resultaram as influências europeias, africanas e indígenas, a mistura de povos e a formação desta sociedade. Na novela, uma mulher que era escrava se envolve com um austríaco afortunado, um índio branco não consegue se adaptar à vida na mata, um branco torna-se índio, um monarca transmite seus ideais através de mensagens anônimas na imprensa e muito além.
Paralelamente à trama principal, teremos também as histórias de:

Resultado de imagem para Novo Mundo novelaD. Pedro I, que se envolverá com a aproveitadora francesa Noémie (Luisa Micheletti), está prometido à futura Imperatriz Leopoldina e terá um tórrido caso com Domitila, a futura Marquesa de Santos. Esta também despertará a paixão do melhor amigo de D. Pedro, o fiel Chalaça. E enfrentará a inveja da irmã dela, Benedita (Larissa Bracher), e do irmão dele, D. Miguel. O ator que o interpretará ainda não foi divulgado, mas especula-se que será o estreante Daniel Rangel.
Fred Sem-Alma (Leopoldo Pacheco), misterioso pirata responsável por naufragar o navio em que a princesa Leopoldina viaja para o Brasil, ele tem como companheiro e comparsa Hassan (Thiago Thomé) e uma ligação com o passado do vilão, o oficial inglês Thomas Johnson.
O conturbado romance de Cecília e Libério (Isabella Dragão e Felipe Silcler respectivamente). Ele, o responsável pelo jornal mais importante da região, e ela, a filha de Sebastião (Roberto Cordovani), o principal comerciante de escravos da cidade. Os dois vão se apaixonar, mas vão ter que lidar com o preconceito da sociedade na época.

BÔNUS: Surgiram boatos que Novo Mundo terá um crossover com Liberdade, Liberdade! Divulgaram que Miguel Roncato fará uma participação na novela interpretando o personagem Caju. Na novela das 11 que foi exibida ano passado, o mini-bandoleiro era vivido por Gabriel Palhares, mas na websérie A Lenda do Mão de Luva, Miguel Roncato era o Caju na fase adulta! Outra suposta participação especial é a de André Arteche, que estava sumido das novelas desde 2012, quando foi o Luciano de Lado a Lado, e deverá entrar na metade da trama para balançar o romance dos protagonistas, Anna e Joaquim.


Elenco



Anna Millman - Isabelle Drummond
Joaquim Martinho - Chay Suede
Thomas Johnson - Gabriel Braga Nunes
Dom Pedro I - Caio Castro
Princesa Leopoldina - Letícia Colin
Piatã - Rodrigo Simas
Dom João VI - Leo Jaime
Carlota Joaquina - Giulia Gam
Elvira Matamouros - Ingrid Guimarães
José Bonifácio - Felipe Camargo
Diara - Sheron Menezzes
Domitila/ Marquesa de Santos - Agatha Moreira
Chalaça - Romulo Estrela
Maria Amália - Vanessa Gerbelli
Olinto - Daniel Dantas
Fred Sem-Alma - Leopoldo Pacheco
Licurgo - Guilherme Piva
Jacira - Giullia Buscacio
Ubirajara - Allan Souza Lima
Ferdinando - Ricardo Pereira
Doutor Peter - Caco Ciocler
Greta - Julia Lemmertz
General Avilez - Paulo Rocha
Benedita - Larissa Bracher
Noémie - Luisa Micheletti
Germana - Márcia Cabrita
Wolfgang - Jonas Bloch
Diana - Maria João
Felício - Bruce Gomlevsky
Cecília - Isabella Dragão
Libério - Felipe Silcler
Sebastião - Roberto Cordovani
Hassan - Thiago Thomé
Dom Miguel - Daniel Rangel

E também Babu Santana, Dhu Moraes, Joana Solnado, Jurema Reis, Ruben Gabira, Renan Monteiro, Bia Guedes, André Dias, Murilo Grossi, Roney Villela, Luana Tanaka, Viétia Zangrandi, Carolina Pismel, Chao Chen, Cesar Cardareiro, Alice Morena, Mariana Consoli, Alex Moreno, Theo de Almeida Lopes.


Bastidores

Descobrindo 'Novo Mundo': protagonistas fazem aula de equitação


A preparação do elenco foi iniciada em outubro, o workshop foi em novembro e as primeiras gravações ocorreram a partir de dezembro do ano passado. Por ser uma novela de época, os atores tiveram que estudar sobre o assunto para aprender hábitos e se acostumar com o linguajar do século XIX. No workshop, a equipe da novela contou com a grande ajuda do professor de história Francisco Vieira, que também é consultor dos autores Thereza Falcão e Alessandro Marson, falando sobre o contexto histórico em que se passa trama, e da produtora de arte, Ana Maria Magalhães, que deu detalhes sobre o cotidiano daquele tempo e o universo dos personagens. Os atores também estão tendo aulas de viola, violino, piano, balé, luta, luta com espada, preparação física, equitação, prosódia, alemão, caligrafia, pintura, tiro, etiqueta, carruagem, lundu (dança africana), canto e dança.

O elenco sofreu diversas mudanças. A personagem Domitila, por exemplo, seria vivida por Bianca Bin, mas a atriz foi escalada para ser a protagonista da novela do Walcyr Carrasco e ela foi substituída por Agatha Moreira. Outros personagens históricos tiveram seus intérpretes trocados: Marco Nanini e Marieta Severo, mais conhecidos por terem sido Lineu e Nenê do seriado A Grande Família por 14 anos, iriam repetir a parceria vivendo Dom João VI e Carlota Joaquina na novela. Muita gente não sabe, mas antes mesmo do seriado, os dois viveram os mesmos personagens em 1995, no filme Carlota Joaquina - Princesa do Brazil, de Carla Camurati. Mas os dois também estão cotados para a novela do Walcyr e D. João e Carlota serão interpretados por Léo Jaime e Giulia Gam. Outra que estaria na novela é Yanna Lavigne. Ela seria a índia Jacira, par romântico do cunhado, Rodrigo Simas, que vive Piatã. Mas precisou deixar a novela ao descobrir estar grávida de Bruno Gissoni. Sua substituta é Giulia Buscacio, que brilhou como a Olívia de Velho Chico, e recebeu mensagens de felicitações de Yanna pelo papel: "Giu! Estou aqui para parabenizar pelo papel! Admiro muito seu trabalho e não poderia ser alguém se não você".

Joaquim Martinho e Anna Millman vão viver uma aventura romântica em 'Novo Mundo', a próxima novela das 6; os personagens são interpretados por Chay Suede e Isabelle Drummond (Foto: Ellen Soares/ Gshow)Mas um burburinho volta e meia ressurge envolvendo o casal protagonista dessa novela: Estariam Isabelle Drummond e Chay Suede namorando? Os dois negam, mas é claro que a química demonstrada pelos dois na primeira fase de A Lei do Amor, em que os dois viveram Helô e Pedro na juventude, foi fundamental para a escolha deles para protagonizar Novo Mundo!

Falando em Isabelle, uma curiosidade muito interessante foi divulgada na coluna de hoje de Patrícia Kogut: os autores de Novo Mundo, Thereza Falcão e Alessandro Marson, são os mesmos que escreveram a série infantil Sítio do Picapau Amarelo (2001-2007), na qual Isabelle ficou conhecida nacionalmente por viver a espevitada bonequinha Emília. Além dela, outros atores do Sítio que estão em Novo Mundo são Dhu Moraes, a Tia Nastácia, e César Cardadeiro, o Pedrinho, mas os dois ainda não tiveram os personagens divulgados.


Os autores



Alessandro Marson e Thereza Falcão (Foto: Reprodução)

Thereza Falcão é uma escritora, autora e diretora teatral e roteirista de televisão brasileira. Iniciou sua formação na Faculdade de Teatro da Universidade do Rio de Janeiro e em cursos do Teatro Tablado. Os espetáculos infantis são sua especialidade: já atuou em peças voltadas para esse público e foi diretora, por 5 anos, do espaço cultural Casa de Ensaio, no bairro Humaitá (Rio de Janeiro), onde dirigiu seus primeiros espetáculos, com textos de August Strindberg (Simum) e Agatha Christie (O Caso dos Dez Negrinhos). Escreveu e dirigiu peças infantis como A Arca de Noé, Misssão Super Secreta (em São Paulo remontada com o título de Brincando na Chuva, com Marco Ricca) e A História de Topetudo. Por este último, recebeu o Prêmio Coca-Cola de melhor texto e melhor espetáculo de 1997.

Desde 2001 é roteirista da Rede Globo de Televisão, onde já escreveu para vários programas, como os especiais de fim de ano Dom e Correndo Atrás, os infantis Sítio do Picapau Amarelo e Bambuluá, os programas O Pequeno Alquimista, O Jogo, TV Globinho, Garotas do Programa e Turma da Mônica. Para o Canal Futura escreveu Um Pé de Quê e Escola Digital. Nas novelas, foi colaboradora de O Profeta, Cama de Gato, Cordel Encantado, Avenida Brasil, Joia Rara e A Regra do Jogo.

Alessandro Marson é roteirista, formado em Jornalismo pela PUC-Campinas e na Oficina de Dramaturgia da TV Globo em 1997. Especializado em Dramaturgia pelo Instituto de Pesquisa da Telenovela da Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo em 1999 e também esteve na Oficina de Humor da TV Globo em 2000.

Foi autor em diversas produções da TV Globo: Brava Gente, Sítio do Picapau Amarelo, Sob Nova Direção, Casos e Acasos e Malhação, entre 2007 e 2008. Também já trabalhou em programas infantis como X-Tudo e Cocoricó. Em novelas, ele já colaborou em sucessos como O Profeta, Desejo Proibido, Cama de Gato, Araguaia, Cordel Encantado, Avenida Brasil, Joia Rara, Flor do Caribe e A Regra do Jogo.

Em fevereiro, foi anunciada por Patrícia Kogut a aprovação da sinopse da dupla, que inicialmente foi chamada de Além Mar. Depois, recebeu os nomes de Admirável Mundo Novo, Mundo Novo e Novo Mundo, título definitivo. Thereza Falcão e Alessandro Marson eram colaboradores de Duca Rachid e Thelma Guedes, João Emanuel Carneiro e Walther Negrão (apenas Alessandro). Os dois estão entre os novos autores promovidos por Sílvio de Abreu, que é o atual diretor do Departamento de Dramaturgia da Globo. Em entrevista ao Notícias da TV, ele afirma que "Sem novos talentos exercendo o ofício de escrever, o gênero telenovela fatalmente estará com os seus dias contados".
Sobre a novela, os dois afirmaram ao jornal Extra que pretendem deixar o brasileiro um pouco mais otimista para encarar a vida. “O Brasil foi criado para dar certo. Demos certo em muitas coisas e podemos melhorar em outras. Queremos devolver um pouco de otimismo para as pessoas com esta história”, disse Alessandro Marson. Já Thereza Falcão enfatizou o plano de fundo histórico: “Pensamos em falar sobre a formação do povo brasileiro. Como a gente vê esse país de hoje. De onde ele veio? Como foi? As pessoas que vieram de fora. O que elas queriam de bom ou de ruim? Além disso, as pessoas vão se emocionar com esse amor de Anna e Joaquim, e com a dedicação e frustração de Leopoldina”.

O diretor

Vinícius Coimbra (Foto: Felipe Marinho/Gshow)


Vinícius Coimbra é um diretor de televisão brasileiro. Foi casado com a atriz Vanessa Gerbelli, que conheceu durante as filmagens da telenovela Desejos de Mulher e com quem tem Tito, 9 anos. Foi assistente de direção dos filmes A Hora Mágica e Central do Brasil e dirigiu os filmes A Hora e a Vez de Augusto Matraga, vencedor do Festival do Rio de 2011, Faces da Alma e A Floresta Que Se Move.

Começou na Rede Globo em 2001, como assistente de direção da novela Um Anjo Caiu do Céu. Sua estreia como diretor ocorreu no ano seguinte, em Desejos de Mulher, e também dirigiu Sabor da Paixão, Celebridade, Como Uma Onda, O Profeta, Paraíso Tropical, Três Irmãs, Cama de Gato. Também dirigiu as séries JK, Queridos Amigos e Ligações Perigosas. Foi diretor-geral de Insensato Coração, Lado a Lado e a temporada 2013 de Malhação. Seu último trabalho foi em Liberdade, Liberdade, na qual assumiu a direção artística. Para Novo Mundo, ele contará com a mesma equipe de sua novela anterior: os diretores André Câmara, João Paulo Jabur, Pedro Brenelli e Bruno Safadi.


Novo Mundo tem estreia prevista para março, talvez nos dias 6, 13, 20 ou 27, e data de encerramento prevista para setembro, talvez nos dias 1, 8, 15, 22 ou 29. As primeiras chamadas devem ser divulgadas lá pra fevereiro, e até lá traremos mais novidades!

sábado, 14 de janeiro de 2017

Barba Azul foi cancelada e Anos Incríveis fura a fila das 7



Após o cancelamento de O Homem Errado, aquela que seria a primeira novela de Duca Rachid e Thelma Guedes no horário nobre, outra novela foi rejeitada pela Globo: Barba Azul, de Antônio Calmom.

Essa novela entraria no lugar da próxima novela das 7, Pega Ladrão, da estreante Cláudia Souto, que deve entrar no lugar de Rock Story a partir de maio. Já estava encaminhando a escalação do elenco enquanto a direção do departamento de dramaturgia da emissora analisava os primeiros capítulos prontos.

A sinopse seria inspirada no conto de fadas homônimo, conforme divulgou Daniel Castro, do Notícias da TV. Um homem poderoso, com o apelido de Barba Azul, que some com as esposas sem deixar rastros. Se seguisse o script, ele se casaria com uma jovem donzela chamada Cristina, entregaria as chaves de tudo, mandando-a não abrir o gabinete da grande galeria do térreo, ela abriria o tal gabinete e descobriria os cadáveres das ex-esposas, o Barba Azul voltaria, descobriria tudo, tentaria matá-la, mas seria detido pelos quatro irmãos de Cristina, que matam o Barba Azul e deixam Cristina livre daquele crápula e muito rica!

Essa sinopse divulgada diverge um pouco das teorias que circulavam a respeito da novela: que seria um remake da obra de Ivani Ribeiro dos anos 70. A novela de 1974 que foi ao ar pela Tupi contava a história de Jô Penteado, que ficou viúva sete vezes de seus pretendentes logo antes de casar, Jô embarca numa excursão escolar à Angra dos Reis, promovida pelo pacato professor Fábio Coutinho, viúvo e pai de dois filhos, que levou consigo um grupo de alunos. Mas uma falha faz com que o barco desvie de sua rota e vá parar numa ilha desconhecida e distante. Lá eles vivem uma relação de cão e gato e ela ainda enfrenta a concorrência de Gláucia, sua irmã invejosa, e de Paula, a ex-noiva de Fábio que ainda gosta dele. Esta versão foi protagonizada por Eva Wilma, Carlos Zara, Jussara Freire e Kate Hansen, e ganhou um remake nos anos 80 chamado A Gata Comeu, que reprisou recentemente no Viva.

Bruna Marquezine e Klébber Toledo estavam cotados para serem os protagonistas da trama, que também contaria com Murilo Benício, Flávia Alessandra e Alexandre Borges. Agora eles devem ser remanejados para outros trabalhos, como a nova novela do Walcyr Carrasco ou Anos Incríveis.

Anos Incríveis seria a sucessora de Barba Azul, mas com o cancelamento, a novela furou a fila e virá logo após Pega Ladrão. Daniel Castro também adiantou a sinopse dessa história. Será ambientada nos anos 90, narrando a dura vida dos brasileiros após o famigerado Plano Collor que confiscou as poupanças de quem tinha na época e as desventuras de um trio de ex-cantores mirins que faziam muito sucesso nos anos 80 e agora amargam o anonimato. É escrita por Isabel de Oliveira, uma das autoras do mega sucesso Cheias de Charme e da fracassada Geração Brasil. Mas ao seu lado ela não terá o Felipe Miguez, e sim a estreante Paula Amaral. O diretor será Jorge Fernando, que estava cotado para dirigir Barba Azul.

E Antônio Calmom? Para ele, restou a geladeira. Autor de novelas das sete de sucesso como Top Model e Vamp, não escreve mais novelas desde a fracassada Três Irmãs, em 2008, e seu último trabalho na Globo foi com o seriado Na Forma da Lei, em 2010. Já vão completar 7 anos de azar geladeira, e tudo indica que se ele não sair da emissora, vai ficar mais um tempinho sem produzir.

Chutômetro: Nova novela do Walcyr Carrasco - Parte 2



Nosso Chutômetro retorna com mais novidades sobre a nova novela de Walcyr Carrasco! Só que nem todas são 100% confirmadas.

Em nosso palpite sobre a escalação do elenco, incluímos nomes como Eliane Giardini, Priscila Fantin, Danielle Winits e André Gonçalves. A primeira já confirmaram o convite, na coluna de hoje da Patrícia Kogut. A segunda não tem nada confirmado, mas alguns já dão como certa a sua presença na trama. E Danielle e André podem não estar nem na Globo. Os dois receberam um convite tentador da Record para protagonizar O Apocalipse, de Vivian de Oliveira (simplesmente a autora do maior sucesso recordiano da década: Os Dez Mandamentos). Essa informação foi divulgada por Fernando Oliveira, o Fefito, pelo F5, e se o casal aceitar, terão status de superestrelas. Talvez isso explique o fato da Record não ter dito mais nada a respeito do barraco deles com Léo Dias.
Aliás, essa mesma coluna confirmou que BIANCA BIN SERÁ A PROTAGONISTA DA NOVELA DO WALCYR CARRASCO! Estou me sentindo o Neymar, só dando chutes certeiros!

Falando nele, sua namorada Bruna Marquezine também vai estar na novela do Walcyr. Bruna estava cotada para ser a vilã jovem de O Sétimo Guardião, novela do grande rival do Walcyr atualmente: Aguinaldo Silva. Essa informação foi divulgada pelo blog Gente Boa, do O Globo e foi replicada em dezenas de sites especializados, com muito alarde. Não sabemos como Aguinaldo deve estar se sentindo nesse momento, já que ele terá que se contentar com Thaila Ayala pra fazer esse papel (ô coitado). Outro nome disputado pelos dois autores é Milhem Cortaz. Milhem já fez dezenas de trabalhos na Record, dentre estes Chamas da Vida e Os Dez Mandamentos, e está no ar como o Calebe de A Terra Prometida. Aparentemente, a novela do Walcyr tem prioridade, já que vai estrear primeiro, mas Aguinaldo não deve deixar barato. Surgiram informações de que Elizabeth Savalla, musa carrasquiana que esteve em diversas novelas do autor em papeis chave e é dona de bordões como "Ai, como eu sofro!" e "Meu nome é Cu-negundes", vai estar em O Sétimo Guardião. Vamos detalhar esse assunto quando fizermos o chutômetro sobre essa novela. Outra que é cotada para as duas tramas é Flávia Alessandra, que já trabalhou com os dois autores em novelas como A Indomada, Duas Caras, Alma Gêmea e Êta Mundo Bom, além de também ter sido cogitada para Barba Azul, uma das próximas novelas das sete, mas segundo Daniel Castro, do Notícias da TV, os primeiros capítulos da novela que seria o retorno de Antônio Calmom foram rejeitados. Só digo uma coisa: essa disputa promete.

Mais chutes

Apesar de ainda não ter título confirmado, alguns sites como o Notícias de TV dão como certo o nome provisório Prova de Fogo. Circulam boatos sobre como será a sinopse:

"Nova novela do Walcyr Carrasco se passará em Brasília a trama central é sobre duas mulheres ricas (Marieta Severo) e (Patrícia. Pilar) que brigam pelas terras e uma luxuosa pousada localizada na região de Tocantins, Jalapão. A personagem de Marieta Severo roubou e mantém a filha de sua rival presa no porão de sua casa desde criancinha mas com o tempo ela irá adquirir uma doença misteriosa devido as condições em que vive. Se nada mudar essa personagem sofredora será interpretada por (Bianca Bin) foi o que descobrir de fontes seguras quando sair mais informações venho informar a todos".

Achei essa história surreal e não acredito muito que seja verdade. Seria uma boa maneira de incluir o Jalapão na trama, já que as sugestões dadas no Chutômetro anterior são muito mais improváveis. Mas não boto muita fé que a novela vá mesmo ser em Brasília. Por quê? A Favorita também seria em Brasília, mas devido aos elevados custos, decidiram colocar a trama para se passar em São Paulo e em uma fictícia cidade interiorana chamada Triunfo. E vocês acham mesmo que nesses tempos de crise a Globo vai ficar gastando dinheiro pra gravar a novela toda em um lugar longe pra caramba? Ainda mais depois do que aconteceu com Velho Chico, em que gravaram a novela em vários estados do Nordeste, com elevado custo de produção, pouca frente de capítulos e muitos problemas, incluindo Ibope baixo. A não ser que Walcyr bata o pé e exija que a novela dele seja em Brasília. Mas ainda acho que seria mais fácil (e mais provável) transferir os trabalhos pra São Paulo.
Quanto à trama, meio nada a ver. Mais parece a bizarra teoria de conspiração em que Beyoncé mantém Sia no cativeiro e a obriga a compor músicas para ela. É meio pesada, mas não deixa de ser intrigante. Resolvi fazer uns ajustes para ficar ainda mais emocionante e mais... Carrasquiana!

Prova de Fogo - sinopse nada oficial

São Paulo, 1997. A pequena Ludmilla crescia forte e saudável, para a alegria de seus pais Pandora (Glória Pires) e Adoniran Splitz. Mas nem tudo corria às mil maravilhas naquela família. A maior inimiga de Pandora, Eudóxia (Marieta Severo) insistia em tirar a paz dos Splitz, O motivo: a disputa pelas terras do tio das duas, Ludovico Hertz, localizada no Jalapão. Pandora foi declarada a única herdeira da propriedade, mas Eudóxia insiste em alegar que o testamento é inválido porque Ludovico estaria insano no momento em que o fez. Para tentar eliminar a rival, Eudóxia paga ao seu capanga Alejandro para matar os Splitz em um acidente de carro. Mas apenas Adoniran morre. Pandora fica gravemente ferida e a pequena Ludmilla escapa sã e salva. Alejandro resgata a menina e a leva para Eudóxia, que decide trancá-la no porão de sua casa. Ao se recuperar do acidente, Pandora fica arrasada com a morte do marido e com o sumiço da filha. Abalada, resolve se mudar para o Jalapão e cria um resort, juntamente com a mãe Benedita (Fernanda Montenegro), a sobrinha Cíntia e a irmã Eurídice (Eliane Giardini). Vinte anos se passam. Ludmilla (Bianca Bin) já é uma mulher, mas cresceu fraca e triste devido às torturas físicas e psicológicas impostas por Eudóxia. Lembra-se pouco de seus pais e nem imagina que a mãe está viva. Pandora vive infeliz no seu resort no Jalapão. O lugar tornou-se uma badalada e luxuosa pousada ecologicamente correta e sustentável, point preferido de aventureiros como Marcelo (Cauã Reymond), noivo de Cíntia (Mariana Ximenes) que administra junto com Pandora a pousada. O que ninguém imagina é que Cíntia, que na frente de Pandora se mostra boa e prestativa, é na verdade uma psicopata fria e dissimulada, capaz dos meios mais sujos e sórdidos para conseguir o que quer: o controle total da pousada da tia. Ela sempre sentiu inveja de Ludmilla, desde muito nova, e ficou feliz da vida quando a prima sumiu após o acidente. Em cumplicidade com sua mãe Eurídice, que também inveja e odeia Pandora por achar que Benedita sempre gostou mais dela, as duas armam vários desfalques na empresa e pretendem concretizar o plano com o casamento de Cíntia com Marcelo, filho de um dos sócios do resort, para ter a totalidade das ações, em cumplicidade com o irmão dele, Frederico (Sérgio Guizé), de quem Cíntia é amante. Marcelo é um sujeito honesto e pouco dedicado aos negócios, mas por ser amoroso e confiável, é o preferido do pai Felipe (Marco Nanini), provocando a ira de Frederico, que é apenas gerente de vendas e não se conforma com o tratamento que recebe do pai. Eles também são filhos de Eudóxia, que leva uma vida dupla: na frente de todos é a distinta esposa de Felipe Gurgel e mãe de dois belos rapazes. Mas secretamente é amante do cruel Alejandro e tortura a pobre Ludmilla, obrigando-a a trabalhar como escrava em um rancho que ela comprou ao lado do resort de Pandora.Em uma de suas aventuras, Marcelo encontra Ludmilla e se encanta por ela. A moça o rejeita, por achar que ele também pretende torturá-la, mas com o tempo acaba se encantando pelo rapaz. Os dois se apaixonam perdidamente e Marcelo decide terminar tudo com Cíntia, assumindo o seu amor com Ludmilla. Ele a apresenta a todos durante a Festa da Colheita do Capim Dourado, mas nem imagina que a responsável pelo sofrimento de sua amada é sua própria mãe! Eudóxia permite o casamento, mas sob uma condição. Ou melhor, duas. Que Ludmilla não contasse a ninguém sobre o que passou durante os últimos vinte anos e que dê um jeito de roubar os documentos da propriedade que Pandora herdou de Ludovico, para que Eudóxia possa assumir a propriedade. Eurídice também é mãe das trigêmeas Maraia, Maraísa e Marília Mendonça (Bruna Marquezine), fruto de um relacionamento rápido que teve com Damião Mendonça. As três têm gênios completamente opostos. Maraia é simples, pura, tímida e ainda virgem. Maraísa é debochada, sensual, meio burrinha e atirada. E Marília é geniosa e bruta, odeia ser confundida com as irmãs, está sempre discutindo com a irmã mais velha Cíntia e com a mãe e sente vergonha do pai, que é alcoólatra e viciado em jogo. As três são apaixonadas pelo caseiro Wesley (Anderson Di Rizzi), que tem relações estranhas com as moças: é encantado pelo jeito puro e tímido de Maraia, é louco pela sensualidade de Maraísa e está sempre às turras com Marília. Mas ele enfrenta a concorrência do nerd Luciano (Davi Lucas), que também ama Maraia, do playboy falido Anderson (Rainer Cadete), que desperta a paixão de Maraísa por ser supostamente rico e do bad boy Beto (Klébber Toledo), com quem Marília fica e se torna cada vez mais rebelde. Há ainda o drama de Anita (Priscila Fantin), ex-secretária do desonesto advogado de Pandora, Afonso Flores. Anita era a namorada de Frederico e foi abandonada por ele depois que descobriu estar grávida de um bebê com microencefalia. Ela tem que se desdobrar para tomar conta do bebê e lidar com as dificuldades e o preconceito sobre o assunto. Devido às inúmeras saídas do trabalho para levar o bebê ao médico para fazer fisioterapia, ela acaba demitida do emprego. Sensibilizada com a situação, Pandora acaba contratando Anita para ser recepcionista de seu resort, graças ao seu melhor amigo gay Tércio (Marcos Pitombo), um dos gerentes do resort. E ela acaba se apaixonando pelo médico de sua filha, Jardel Montagner (Thiago Fragoso). Paralelamente a isso tudo, Pandora segue nas buscas de sua filha perdida. Para isso, conta com o apoio da mãe Benedita, de Marcelo, mas é atrapalhada por Cíntia e Eurídice, que subornaram o detetive Augusto para dizer que não há vestígios de Ludmilla. A verdadeira Ludmilla retorna, assumindo a identidade de Kátia, e nas vésperas do seu casamento com Marcelo, descobre-se que ela tem uma doença muito grave: leucemia. Kátia precisará de doação de medula, mas apenas uma pessoa é compatível: Pandora, que na verdade é sua mãe. Intrigado com os exames, a doutora Elza (Neuza Maria Faro) pede um exame de DNA e acaba descobrindo a verdade. Conta tudo a Pandora, que acolhe Kátia como filha, mas Cíntia descobre a verdade e conta tudo a Pandora, só que de maneira distorcida: que Ludmilla é cúmplice de Eudóxia e está envolvida num plano para tirar sua fortuna. Ferida com as revelações, Pandora expulsa Ludmilla de sua casa e Marcelo termina tudo com ela. Mas na verdade, Cíntia se torna cúmplice de Eudóxia no plano para roubar tudo de Pandora e secretamente tenta lutar contra a atração cada vez mais forte que sente pela prima a quem sempre odiou. Os vilões conseguem concretizar o golpe, com a ajuda do advogado Afonso Flores, tomando as terras de Pandora e a deixando na miséria. Mas Pandora acaba descobrindo a verdade, com a ajuda de Benedita, Anita, as trigêmeas e o advogado Arthur Queiroz (Juliano Cazzarré), o namorado de Tércio. Eles desmascaram as vilãs e Pandora retoma a propriedade do resort, salvando-o da falência. Frustrado com o que aconteceu, Felipe se separa de Eudóxia e assume o amor que sempre sentiu por Pandora. Marcelo perde perdão para Ludmilla e ela conta à mãe a verdade sobre as armações de Eudóxia. Acuada, a vilã desmascara seus cúmplices, o filho Frederico, Cíntia e Eurídice, que são expulsas da mansão de Pandora. Depois de perder tudo e se ver sem esperanças, Eudóxia se mata. Em um último plano, Eurídice tenta matar a própria irmã envenenada, mas dá tudo errado e é ela quem morre. Arrasada com a morte da mãe, Cíntia fica louca, se une a Frederico e decide sequestrar Ludmilla, colocando-a para reviver os traumas do passado. Ele se cansa do cativeiro, decide matar Ludmilla e fugir com o dinheiro do resgate, mas Cíntia mata Frederico, salvando a vida da prima e toca fogo no rancho, para que ela e Ludmilla morram juntas. Mas Marcelo aparece de última hora, resgata a amada e não consegue tirar Cíntia de lá. A mansão de Eudóxia explode e Cíntia é dada como morta.Recuperada dos traumas, Ludmilla finalmente se casa com Marcelo e dá a luz ao filho do casal, Adoniran Neto. Pandora se casa com Felipe e todos parecem estar bem, sem se dar conta que um vulto loiro vigia a felicidade de todos, jurando vingança.

Gostaram? Tô começando a achar que levo jeito pra coisa! Como não saiu nada sobre Patrícia Pilar estar na novela, então eu não a coloquei na sinopse fake, substituindo-a por Glória Pires. Mas também não é garantido que ela ou as outras pessoas que enfiei no meio estejam na trama, já que sempre pode rolar algum imprevisto ou substituição de última hora.

Voltando à realidade, Kogut afirmou em sua coluna que a novela tem previsão de estreia entre setembro e outubro deste ano, com as gravações começando no meio do ano (em meados de maio e junho, suponho). Ou seja, se A Força do Querer fracassar, a novela do Walcyr estreia em setembro. Se fizer sucesso, a próxima só será exibida em outubro. Vamos ter que aguardar até lá!

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Chutômetro: Nova novela do Walcyr Carrasco



2017 é um ano cheio de novidades pra telinha. Depois de A Lei do Amor e A Força do Querer, vem aí a Nova Loira do Tchan Novela do Walcyr Carrasco, que chega de última hora pra resolver a lacuna no calendário da Globo. O que será que o autor de sucessos como Amor à Vida e Êta Mundo Bom estará preparando?

O que sabemos até agora



Após a novela de Glória Perez, ocorreria a estreia de Duca Rachid e Thelma Guedes no horário das 9. Foi divulgado que o título provisório seria O Homem Errado, seria um dramalhão policial protagonizado por Cauã Reymond (mocinho) e Sérgio Guizé (vilão). Mas os capítulos da história foram rejeitados e o caos se instalou nos bastidores globais. Até que Sílvio de Abreu, o diretor de dramaturgia da emissora, teve a sacada de chamar ele, o Chapocyr Colorrasco!

- Não contavam com minha astúcia!
Walcyr é conhecido por trabalhar em tempo recorde, escrevendo novelas em meses. Escrever uma novela é um trabalho árduo e pode levar até anos para ficar pronta. O próprio Walcyr detalhou seu processo criativo em sua coluna na revista Época. Por isso, Sílvio o chamou e aparentemente, fez uma boa escolha. A data de estreia está prevista para outubro deste ano (talvez nos dias 2, 9, 16, 23 ou 30) e a de término para maio de 2018 (possivelmente nos dias 4, 11, 18 e 25). Isso significa que até março o elenco já estará fechado, os preparativos iniciarão em abril e as primeiras gravações em maio.

Apostas



Lendo a coluna dele na Época, pode-se concluir que a sinopse ainda não está totalmente pronta. Mas isso não impediu os jornalistas especializados a ventilar informações imprecisas. Uma visita dele ao Jalapão (TO) já foi suficiente para chover notícias de que a novela teria cenas por lá. Pode até ser verdade, e seria a primeira vez (acho) que o Jalapão aparece em novelas globais.
E a imprensa segue escalando o elenco: Daniel Castro, do Notícias da TV, divulgou em 18 de outubro do ano passado que a novela do Walcyr terá "trio de ferro da televisão brasileira", com Marieta Severo, Glória Pires e Fernanda Montenegro. Ele também tinha dito que Bruno Gagliasso já estaria comprometido com a produção. Mas dias depois, a colunista Patrícia Kogut do jornal O Globo noticiou que 2017 seria um ano sabático para Bruno, que se dedicaria integralmente à Titi, sua filha adotiva. Por outro lado, Walcyr usou seu Twitter para desmentir as notícias divulgadas:

“Mentira! @brunogagliasso não fará minha novela! De onde tiraram essa? Nem tenho a sinopse ainda, como podem inventar que já escalei tantos atores? Sai noticia todo dia. Notícia falsa! (...) Atenção!A sinopse definitiva da minha novela só será entregue em dezembro. Só depois de aprovada poderei convidar elenco! O q sair será falso! E se não aprovarem minha sinopse, imaginem a vergonha que vou passar com tantas notícias falsas!”

Mas mesmo assim, a imprensa segue colocando gente na novela dele. Divulgaram que Sérgio Guizé e Bianca Bin teriam aceitado fazer a novela, mesmo sem saber qual papel eles pegarão. Mas tem gente que se supera. Perfis no Twitter não param de especular nomes. Um deles falou que estavam decidindo o título entre Prova de Fogo e Química do Tempo, haveriam trigêmeas (idênticas?), Bianca Bin e Cauã Reymond de mocinhos (Cordel Encantado manda lembranças) e Mariana Ximenes de vilã (Passione também).

Isso tem cabimento???


  • Cauã Reymond estava cotado para O Homem Errado e disseram que iam remanejar os atores dessa novela pra do Walcyr, então tem grandes chances.
  • Bianca Bin foi praticamente a protagonista feminina de Êta Mundo Bom, e obviamente, Walcyr deve ser grato a ela. Ele costuma recompensar atrizes que carregam novelas nas costas com papeis de protagonista em suas produções seguintes, exatamente o que ocorreu com...
  • Mariana Ximenes, que estreou em uma novela dele (Fascinação, 1998), se destacou em A Padroeira e foi recompensada com a inesquecível Ana Francisca de Chocolate Com Pimenta. Desde então, ela nunca mais fez outra novela dele, embora tenha recusado a Beatriz de Sete Pecados. Nos últimos tempos, os dois têm relembrado o passado com postagens nostálgicas de trabalhos de Mariana em novelas do Walcyr nas suas contas no Instagram. Pode ser que esteja rolando uma paquera. Além disso, ela também estava cotada para O Homem Errado, então...

Além destes, outros nomes especulados são Juliano Cazarré, Rainer Cadete, Marcos Pitombo. Ele não poderá contar com Mateus Solano, Camila Queiroz e Elizabeth Savalla, que já estão escalados para Pega Ladrão, a próxima novela das 7.

Nossos chutes

Vamos reunir as especulações que já temos?

Jalapão + trigêmeas + Bianca Bin e Cauã Reymond de mocinhos + Mariana Ximenes vilã

Meio difícil, mas creio que Walcyr não vai fugir muito às suas fórmulas consagradas. Claro que não teremos chiqueiros de Alma Gêmea e Êta Mundo Bom, muito menos os nudes de Verdades Secretas. Vamos focar em Amor à Vida, sua última novela das 9. O que teve?

Macchu Picchu + São Paulo + hospital + mocinha porra loka e mocinho certinho + vilão gay caricato + muitos gays + vilã psicopata e vingativa + piriguete pirada + segredos familiares + gente interesseira tentando dar o golpe do baú

Meu palpite é que a novela será ambientada em São Paulo. A maioria das novelas anteriores de Walcyr se passaram nessa cidade e o autor gosta muito de lá. Mas se não for em Sampa, será numa cidade do interior, seja paulista ou não (quem sabe o interior do Tocantins?).
Eu creio que teremos ao menos um personagem gay nessa novela. Em novelas mais "adultas" e atuais os gays estiveram presentes, seja em forma caricata ou não. Se isso realmente acontecer, não se preocupem, será uma das primeiras coisas a vazar para o público. Mas ele poderia dar uma inovada: repararam que nunca teve uma lésbica nas novelas dele? Só gays masculinos. Fica a dica, Walcyr. No último capítulo de Verdades Secretas, duas modelos (não lembro quais) deram um beijão. Foi uma cena rápida, mas suficiente para irritar as donas de casa que estavam acordadas até tarde da noite. Essa próxima novela poderia ser a grande chance dele incluir as lésbicas em suas tramas. E que tal se ele desse uma inovada master: VILÃ LÉSBICA! Pronto! Imagina as manchetes: Depois do Félix de Amor à Vida, nova novela de Walcyr Carrasco terá vilã lésbica! (meio grande, né?) Ia ser surreal se fosse a Mariana Ximenes ou qualquer outra atriz (contanto que fosse jovem e bonita), ela poderia ser apaixonada pela mocinha (Bianca Bin???) ou mesmo irmã da mocinha (Mariana Ximenes e Bianca Bin se parecem pra caramba), roubar a filha dela e jogar numa caçamba (de novo?), ter uma amante igualmente gata e dar vários golpes! A galera do Twitter iria adorar. A família tradicional brasileira iria odiar. E a novela entraria para a história, principalmente se fosse uma vilã carismática cheia de frases bacanas.
Enquanto não sabemos a sexualidade da vilã, vamos ao que já é certo: a vilã será interesseira e tramará um golpe para prejudicar os mocinhos e ficar cheia da grana. Essa é a motivação geral das vilãs das novelas carrasquianas (que tal?), já que pegar o mocinho (ou a mocinha) nem sempre é a prioridade. Prepare-se para cenas de muita falsidade e cinismo (se for mesmo a Mariana Ximenes vai ser demais, com aquela cara de boazinha que ela tem, essas cenas terão um toque especial).
Quanto aos protagonistas, vamos aos nossos palpites. Um deles será rico e o outro pobre. Já tivemos mocinho rico e mocinha pobre, mocinho pobre e mocinha rica, mas basicamente, temos o rico sofrendo com as armações dos vilões que querem tomar sua fortuna e o pobre, que morará num bairro do subúrbio paulista, sofrendo com as armações dos vilões para não impedir a armação principal dos vilões, que é tomar a fortuna do mocinho rico. Podemos ter casos de mocinho rico ficando pobre e sendo ajudado pelo mocinho pobre ou do mocinho pobre que ficou rico, sofreu um golpe dos vilões e ficou pobre, mas depois conseguiu se recuperar e ficou mais rico que antes. Embolei seus cérebros, não? Mas é assim, nesses tempos de crise, o que mais tem é gente rica ficando pobre.
E qual será a fonte da fortuna do mocinho rico? É só analisar o nome da novela. Em Amor à Vida, Paloma era herdeira do Hospital São Magno (Hospital ↔ Vida). Em Chocolate com Pimenta, Ana Francisca herdava a fábrica de chocolates Bombom (Fábrica ↔ Chocolate) e quando fica pobre, passa a fabricar bombons com recheio de pimenta (sacaram?). Em Caras e Bocas, Dafne era dona de um ateliê de arte (Ateliê de arte ↔ Caras e bocas). Mas nem sempre isso funciona. Em Morde e Assopra, por exemplo...
Os possíveis nomes especulados, Prova de Fogo e Química do Tempo, não dão muitas pistas do empreendimento principal da novela. Seria... Uma escola? Uma fábrica de extintores de incêndio? Uma fábrica de relógios? Uma fábrica de remédios? Só esperar pra ver o título certo e aí faremos as deduções adequadas.
Mas mesmo sem chiqueiros e conversas fofas com animaizinhos, uma marca registrada do Walcyr não faltará: bordões. Personagens engraçados e vilões costumam ter os seus, e eles podem grudar na sua cabeça e não sair nunca mais. Numa novela das 9, então, a proporção será gigantesca. Geralmente, a personagem da Elizabeth Savalla é dona de um dos bordões principais, mas como ela não estará na novela, esse papel será repassado para outros atores.
Falando neles, não se pode deixar de falar de duas situações favoritas do Walcyr: puladas de cerca. Sempre tem um chifrudo na novela, quase sempre o mocinho corneado pela vilã ou a mocinha corneada pelo vilão. A outra situação envolve piadinhas de duplo sentido, como o cegonho de Êta Mundo Bom ou a piada do bigodinho de Amor à Vida. E aproveitando a deixa, nesta novela certamente teremos também uma personagem encalhada, que sofre bullying dos outros personagens por ser encalhada, como Perséfone de Amor à Vida e Eponina de Êta Mundo Bom, que só encontram um par depois da metade da novela.
Outro tipo de personagem que não falta: ricos falidos cheios de pose tentando lidar com a pobreza. São sempre do núcleo humorístico, podem ou não ter um bordão e sempre tentam dar um jeito de enriquecer novamente, com pequenos trambiques. Podem ser da família do mocinho pobre ou do vilão interesseiro que se envergonha dos parentes pobres.
Outra marca registrada das novelas e que dificilmente ficará de fora: pobres felizes e ricos sofredores. Repararam que em todas as novelas temos isso? Nas do Walcyr não é diferente. Os pobres felizes, provavelmente moradores do subúrbio paulista, terão bordões engraçados e contagiarão o mocinho pobre sofredor com sua alegria de viver. Os ricos tristes estarão às voltas com os conflitos familiares e as dificuldades financeiras provocadas pelos vilões que estão roubando a fortuna deles.
Ah, sim, falando nos conflitos familiares, estes envolverão diretamente os mocinhos, especialmente o mocinho pobre, que poderá ser filho bastardo de uma velha rica e ingênua que está sendo roubada pela sobrinha interesseira e falsa (Êta Mundo Bom) ou o filho da mocinha (os mocinhos das novelas do Walcyr Carrasco quase sempre têm filhos, mesmo que seja só no final da novela), que não sabe que é filho do mocinho (rico ou pobre), herdeiro de uma bolada e também alvo de armações dos vilões golpistas.

E onde ficaria o Jalapão nisso?

O Jalapão poderia ser o lar do mocinho pobre. Ou o lugar onde os mocinhos ricos vão passar suas férias naquelas paisagens paradisíacas, participar da Festa da Colheita do Capim Dourado, procurar diamantes numa mina abandonada ou a fortuna do Pablo Escobar...

E as trigêmeas?

Poderíamos ter a Bianca Bin interpretando as trigêmeas, com uma delas de mocinha ou mesmo as três. Ou então a Mariana Ximenes (ou outra atriz) de vilãs trigêmeas psicopatas e totalmente do mal. Ou a Bianca Bin de gêmea boazinha, gêmea malvada e gêmea meio-termo. Ou a Bianca Bin, a Mariana Ximenes e a Nathalia Dill de trigêmeas (as três são muuuuuito parecidas). Ou uma atriz qualquer.

Pro elenco, eu creio que o Walcyr fará questão de ter Rainer Cadete, Anderson Di Rizzi, Neusa Maria Faro, Marco Nanini, Rosi Campos, Ary Fontoura, Flávia Alessandra, Malvino Salvador, Eriberto Leão, Thiago Fragoso, Antônio Fagundes, Marieta Severo, Drica Moraes, Ana Lúcia Torre, Klébber Toledo e Eliane Giardini.
Poderão pintar se rolar uma vaga a Maria Casadevall, Débora Evelyn, Marcos Pasquim, André Gonçalves, Danielle Winits, Davi Lucas, Priscila Fantin, Carol Castro, Adriana Esteves, Luigi Baricelli e quem mais estiver disponível, talvez recém-saídos de Sol Nascente e A Lei do Amor.

Em breve, quando surgirem novidades concretas, contarei tudo a vocês!